SEU NAMORADO É QUIETINHO E VOCÊ TODA SOLTA (OU VICE-VERSA)? ESSA PSICÓLOGA MONTOU UM GUIA PRA DAR CERTO

Como o ditado já deixou bem claro pra gente, os opostos acabam se atraindo na vida. Desde o salgadinho do queijo com o doce da goiabada até o mundo dos relacionamentos, a gente tem provas de que o equilíbrio encontrado quando as duas partes se completam costuma dar muito certo. Mas quando a gente fala de pessoas, pode ser que isso não role com tanta facilidade. Chega um momento em que o mozão vai  fazer ou falar coisas completamente diferentes do que é esperado. E aí, como faz? Senta e chora?! Claro que não, mulher! A gente perguntou lá no Instagram da Garnier (@garnierbrasil) como a mulherada lida com isso e a resposta que elas deram dão uma verdadeira aula sobre como tratar as diferenças do companheiro. Dá só uma olhada:

Conversar e ter paciência é fundamental na hora de lidar com temperamentos diferentes

Se de vez em quando a gente tem dificuldade de aceitar opiniões diferentes da nossa melhor amiga, quem dirá do boy, né não? Mas a solução é a mesma pros dois: chamar a pessoa pra um canto e conversar sobre o que tá te incomodando (ou seja: ter a famosa DR que os homens tanto odeiam rs). Pra isso é importante ter uma coisa que anda em falta no mundo: paciência. “Conversamos até chegar em um acordo e ver quem está certo e quem está errado. E isso é o que mais fortalece nosso relacionamento”, disse a Jaqueline Vieira (@celytajack). Optar por deixar o orgulho de lado e dar razão ao outro diz bastante sobre as escolhas que a gente faz nesse quesito - escolhas essas que a Nanny Silva (@nanny_siillvaa) conhece bem. “Amor não é um sentimento. É uma escolha: escolher cuidar, superar as diferenças e as dificuldades de uma relação”, contou. A gente concorda em alto e bom som, Nanny!

Ter empatia é fundamental se você quiser que o relacionamento dure

Uma coisa é certa: não dá pra esperar que alguém que teve uma criação completamente diferente da nossa e viveu histórias que talvez nem possamos imaginar aja do mesmo jeito que agiríamos. Por isso que praticar a empatia e se colocar no lugar do outro é tão importante na hora de lidar com temperamentos diferentes. "Temos empatia um com o outro e respeito, além de muito amor", disse a Brunella Vettorato (@blogpapoebatom). A Mariana Maciel (@cachodamari) faz coro e, durante as conversas, tenta entender de onde é que tá vindo a opinião do mozão pra assim chegarem num acordo. Mas ó, isso não quer dizer que você não pode mais discordar dele não, viu? "Sempre lidamos com os temperamentos diferentes com respeito e muita compreensão. Apesar de discordar, respeitamos a opinião do outro”, contou.

A psicóloga Ana Braga bate nessa mesma tecla na hora de garantir que você tenha um relacionamento que vá longe. “As diferenças devem ser conversadas e conciliadas (sempre se colocar no lugar do outro, tentar entender o ponto de vista e perceber se o outro tá fazendo o mesmo em relação a você)”, disse. Segundo ela, muitas pessoas ficam focadas naquela de estarem certas e, por conta do orgulho, acabam estressando a relação. “Eu acho que o grande abismo do relacionamento é querer se fazer certo, quando, na verdade, é muito aquele ditado: é melhor ser feliz do que estar certo", contou.

Não é porque vocês são diferentes que não são alma gêmea

A palavra "gêmea" deixa a gente acreditando que a pessoa tem que ser uma cópia nossa pra que o relacionamento dê certo, mas isso tá bem longe de ser verdade. A Ana contou que a nossa alma gêmea, às vezes, não é tão igual assim justamente pra acrescentar alguma coisa na relação e fazer com que a gente cresça com ela. “Se a gente for pensar, a maioria dos relacionamentos têm mais diferenças que semelhanças, só que durante a época do namoro, não percebemos tanto. Quando a gente casa, aí sim essas diferenças começam a aparecer mais”, disse.

Pior do que lidar com essas diferenças na outra pessoa é quando as coisas rolam em você mesma... no seu cabelo! Quem tá passando pela transição sabe que as duas texturas são um CAOS, mas também tem uma forma de lidar com elas: dá uma olhada nesses penteados que disfarçam as duas partes e vão te ajudar a lacrar até os cachos chegarem.

Publicado por: Carolina Prado

Publicado em: Quarta-feira 20 de setembro de 2017 - 13h43

Participação: Ana Braga

Fonte: https://www.semprepronta.com/noticia/seu-namorado-e-quietinho-e-voce-toda-solta-ou-vice-versa-essa-psicologa-montou-um-guia-pra-dar-certo_a6502/1

Terapia: O caminho para o auto-conhecimento

A mente humana é rica de complexidades e por isso muitas vezes fazemos do simples o complicado. Diante de um problema não conseguimos ampliar o nosso olhar e enxergar as diversas possibilidade de escolhas e possíveis soluções. Ficamos aflitos, angustiados, achamos que a dor nunca vai passar, é difícil acreditar no melhor quando não se vê chances de mudança. Nessa hora somente um ajuste criativo poderá fazer emergir idéias e um bem estar físico e mental, oriundo de bons pensamentos, onde a vida é percebida em um momento presente e contemplada como fonte eterna de aprendizados, para que possamos sentir a sensação maravilhosa proporcionada pela felicidade, sabendo reconhecê-la.

Quando pensei em fazer psicologia eu estava ciente das dificuldades de tal estudo, porém, queria explorar esses estados mentais e físicos, o saudável e o não saudável, queria aprender a ser um instrumento para auxiliar as pessoas a ter um contato mais sadio com o mundo a sua volta. Enxergando a beleza no belo, fincando relações com laços íntimos, com respeito mútuo, com amor incondicional e plantando frutos maduros em todos os campos da vida, para poder apreciar o seu próprio pomar, compartilhando e trocando com a plantação do vizinho, pois os frutos sempre se renovam e o maduro já foi verde um dia.

A terapia é um misto de todos esses fatores, é um investimento pessoal, sendo um convite a viajar pelo interior de si mesmo e podendo dividir o que de melhor tem em você com o mundo, assim como aceitar o que esse mundo tem de melhor a lhe oferecer. É saber fazer ajustes para caminhar de acordo com o seu desejo, conhecendo-se mais e melhor a cada dia, respeitando a pessoa que aparece através desse trabalho e portando-se de forma mais responsável e verdadeira com a vida, sabendo fazer escolhas sadias em prol do seu desenvolvimento pessoal. Convido-lhes a embarcar nesse processo dinâmico, que começa complexo, mas acaba evoluindo para um estágio muito rico, onde gozamos do simples e reconhecemos cada momento de felicidade, não o deixando passar em vão, mas, sim, aproveitando-o em sua plenitude .

Ana Carolina Braga
Psicóloga

Sexo X Vingança

vingança.jpgQuando o orgulho é ferido, sentimos raiva e, se guardamos essa emoção dentro de nós, ficamos “ressentidos”.
Re + sentir é “sentir novamente”.

O ressentimento cria internamente um bloqueio “gelado” que derrete, à passagem, qualquer outro sentimento mais caloroso. A energia estagnada nos fará sentir a dor de novo, que se repetirá indefinidamente, impedindo o relacionamento amoroso real, até que o equilíbrio se refaça através de uma “vingança”.
Mesmo em momentos em que gostaríamos de estar desfrutando outra emoção, o desejo não é o suficiente para derreter o “iceberg” formado pela mágoa. Ficamos prisioneiro da Lei do Equilíbrio.
Mas será que um gesto de arrependimento, de desculpa, ou um pedido de perdão não seriam suficientes? Às vezes, sim; mas o que é a necessidade de um pedido de perdão senão uma vingança que exige a humilhação do outro através do reconhecimento de sua culpa?

Costumo dizer que o ORGULHO é o “calcanhar de aquiles” do ser humano, a parte mais frágil e a causa de quase todos os desentendimentos e guerras. As mulheres naturalmente sensíveis são presas fáceis do ressentimento em uma relação amorosa, pela falta de delicadeza de seus companheiros, que, por sua própria estrutura, são mais insensíveis. Tornam-se mestras em pequenas e grandes vinganças, visando intimamente à possibilidade de restaurar o equilíbrio da relação, até no sentido de preservá-la.

Uma das armas mais usadas é o sexo. Por ressentimento, muitas das vezes inconscientemente, o seu desejo diminui e começam as célebres recusas (explícitas ou implícitas), usando de vários artifícios e desculpas:
- Hoje não. Estou exausta!

Ou, depois do jantar, já começa a preparação:
- Tive um dia péssimo, estou morrendo de dor de cabeça.

Ou fica ocupada com as crianças e mil outros afazeres, não dando chance ao macho desejoso um minuto sequer a sós… Até que, exausto de esperar, ele adormece frustrado.
No homem, o sexo também é muito usado como instrumento de vingança à falta de atenção de sua mulher ou à suposição de uma traição, buscando imediatamente a sua reafirmação de macho, humilhando-a ao tomar uma posição de conquistador com outras. Em muitos casos, a impotência masculina nada mais é que a consequência de um ressentimento mais forte.

Ah! Que quantidade de traições cometidas em nome do ressentimento, visando apenas restaurar o orgulho machucado pelo outro…

É o início da competição pela vingança: ganha o que machuca mais! O antigo amor transformou-se em ódio!

Existem, sim, casamentos de amor, mas um número muito maior de casamentos de ódio, alimentados pelo ressentimento, que, em última análise, é um apego à dor!

Escrito por Anna Sharp

 

 

Transtornos alimentares

Manifesta principalmente em adolescentes 


Atinge 1% da população feminina entre 18 e 40 anos

3ª causa morte nos EUA

Fatores desencadeantes: biopsicossociais, contexto familiar, genéticos
Os transtornos alimentares configuram entre os transtornos mentais que mais matam no mundo, tendo o suicídio como sua principal causa. As taxas brutas de mortalidade na anorexia nervosa variam de 5% a20%, sendo que destes cerca de 24% a 27% se manifestam através do suicídio. Já na bulimia as taxas brutas de mortalidade variam de 0,3% a 3%.


anorexiamulher.jpg  anorexiamulher2.jpg  anorexia.png

 

Estado crítico da doença e personagem real. Modelo

ATENÇÃO: A imagem que temos de nós, determina nosso comportamento. Atenção Anorexia mata!!! É a tentativa inexistente de uma perfeição ideal da mente patológica!!!